A Copa do Mundo de 2026 também chama atenção por outro motivo além do futebol. Segundo a organização Portas Abertas, 14 das 48 seleções classificadas representam países onde cristãos enfrentam perseguição, discriminação ou restrições para praticar a fé.
Entre esses países estão Irã, Arábia Saudita, Iraque, Argélia, Marrocos, Uzbequistão, República Democrática do Congo, México, Tunísia, Turquia, Egito, Catar, Colômbia e Jordânia.
De acordo com a entidade, os desafios variam de um país para outro. Em alguns locais, cristãos enfrentam vigilância do governo, fechamento de igrejas e prisões. Em outros, a perseguição acontece por meio de grupos extremistas, pressão familiar ou até da atuação do crime organizado.
A Portas Abertas afirma que este é o maior número de países da Lista Mundial da Perseguição já presentes em uma edição da Copa do Mundo. A ampliação do torneio de 32 para 48 seleções contribuiu para esse aumento.
A organização destaca que o evento esportivo pode ajudar a chamar a atenção do mundo para a importância da liberdade religiosa e dos direitos humanos, mostrando que, além da competição em campo, milhões de pessoas ainda enfrentam dificuldades para viver sua fé livremente.
